José Saramago

José Saramago

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16 de Novembro 1922- 18 de junho de 2010

“Dentro de nós há uma coisa que não tem nome, essa coisa é o que somos.”
José  Saramago – Ensaio sobre a cegueira.

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“Um Pombo Pousou num Galho Reflectindo sobre a Existência” – ROY ANDERSSON

“Um Pombo Pousou num Galho Reflectindo sobre a Existência” – ROY ANDERSSON

"Um Pombo Pousou num Galho Reflectindo sobre a Existência" - ROY ANDERSSON Caixilhos estáticos, enquadramentos com profundidade e estética. Um filme atemporal, em que as cenas se sucedem - algumas vezes surrealistas, outras inundadas de simplicidade - sem qualquer corte, com uma genuína teatralidade. Solidão, perda, bens materiais, depressão, amores, família, capitalismo, tempo, saúde...Basicamente toda a existência humana geme o bem-humorado escrutínio do cineasta sueco Roy Andersson. Os seus caprichosos personagens parecem recortes de banda desenhada com uma palidez que se confundem com os cenários gastos que faz lembrar um instituto de medicina legal, especulando a vida e os acontecimentos à espera da indeclinável morte. Vencedor do Leão de Ouro no Festival de Veneza. Direção ROY ANDERSSON Roteiro ROY ANDERSSON Fotografia ISTVÁN BORBÁS, GERGELY PÁLOS Montagem ALEXANDRA STRAUSS Elenco HOLGER ANDERSSON, NILS WESTBLOM Produtor PERNILLA SANDSTRÖM
“Um Pombo Pousou num Galho Reflectindo sobre a Existência” – ROY ANDERSSON
Caixilhos estáticos, enquadramentos com profundidade e estética. Um filme atemporal, em que as cenas se sucedem – algumas vezes surrealistas, outras inundadas de simplicidade – sem qualquer corte, com uma genuína teatralidade.
Solidão, perda, bens materiais, depressão, amores, família, capitalismo, tempo, saúde…Basicamente toda a existência humana geme o bem-humorado escrutínio do cineasta sueco Roy Andersson. Os seus caprichosos personagens parecem recortes de banda desenhada com uma palidez que se confundem com os cenários gastos que faz lembrar um instituto de medicina legal, especulando a vida e os acontecimentos à espera da indeclinável morte.
Vencedor do Leão de Ouro no Festival de Veneza.
Direção ROY ANDERSSON
Roteiro ROY ANDERSSON
Fotografia ISTVÁN BORBÁS, GERGELY PÁLOS
Montagem ALEXANDRA STRAUSS
Elenco HOLGER ANDERSSON, NILS WESTBLOM
Produtor PERNILLA SANDSTRÖM

Caixilhos estáticos, enquadramentos com profundidade e estética. Um filme atemporal, em que as cenas se sucedem – algumas vezes surrealistas, outras inundadas de simplicidade – sem qualquer corte, com uma genuína teatralidade.
Solidão, perda, bens materiais, depressão, amores, família, capitalismo, tempo, saúde…Basicamente toda a existência humana geme o bem-humorado escrutínio do cineasta sueco Roy Andersson. Os seus caprichosos personagens parecem recortes de banda desenhada com uma palidez que se confundem com os cenários gastos que faz lembrar um instituto de medicina legal, especulando a vida e os acontecimentos à espera da indeclinável morte.

Vencedor do Leão de Ouro no Festival de Veneza.
Direção ROY ANDERSSON